Cinco meses após o governo de Donald Trump anunciar a liberação do ácido folínico para tratar tipos de autismo, a agência reguladora de medicamentos dos estados unidos recuou da decisão.
A empresa norte-americana esclareceu que o remédio não tem eficácia comprovada e só está autorizado para síndrome genética rara.
Com a nova diretriz, a substância só pode ser usada por pessoas no espectro autista caso apresentem deficiência específica de folatos ou por meio de prescrição médica alternativa.




